segunda-feira, 14 de maio de 2012

Reflexões do módulo 2

Agenda 2.4 Atividade 2-12. O que foi visto neste módulo. Neste módulo aprendi muito sobre as novas ferramentas digitais, que estão ao alcance do professor para aprimorar suas atividades em sala de aula. Que não é só comprar objetos de casa, ou ver fofoca de famosos na mídia. É um novo mundo virtual livre, para novas descobertas. A princípio imaginei que se tratava de uma atividade corriqueira, mas ao desenvolvê-la, confirmei que ambas dão suporte para a inovação de nossas aulas. As leituras dos autores, em como elaborar os hipertextos, por exemplo, trouxe muito ensino. Melhor ainda foi confirmar com Jaime Balbino em como a Wikipédia se apresenta em estupenda, excepcional enciclopédia mundial, um fenômeno social. É bom pensar que somos livres para produzir conhecimentos e poder retribuir com outros, principalmente os alunos e usar tudo isso para uma aprendizagem mais relevante e eficaz. Li autores que já sabem como elaborar um hiper-texto, e aprendi também a navegar e produzir meus próprios textos Enfim, constatei com as leituras e atividades que os textos, artigos e links pesquisados muito contribuíram para a doce tarefa de ensinar e aprender com as TICs, o que não faremos sozinhos, mas sim com nossos principais personagens, os alunos. Sobre o texto de Jaime Balbino. Ele comenta que Wikipédia, é uma experiência colaborativa radical, uma enciclopédia mundial onde qualquer pessoa pode ler seu conteúdo e modificá-lo, mas para que isto aconteça tem que ter um conhecimento central. Para isso tem que compreender que a Wikipédia é um fenômeno social coletivo. Explica que o hipertexto e seus links são apenas partes desta possibilidade. Enfim somos livres para buscar conhecimentos internalizá-los e transformá-los em novos conhecimentos. Neste módulo que finaliza, em minha opinião, pudemos aprender mais, abriu-se um leque de alternativas e me acrescentou informações que eu desconhecia.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Onça pintada

Onça-pintada Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa Onça-pintada Ocorrência: Pleistoceno - Recente Onça-pintada Estado de conservação Quase ameaçada (IUCN 3.1) [1] Classificação científica Reino: Animalia Filo: Chordata Classe: Mammalia Ordem: Carnivora Família: Felidae Género: Panthera Espécie: P. onca Nome binomial Panthera onca (Linnaeus, 1758) Distribuição geográfica A Wikispecies tem informações sobre: Onça-pintadaA onça-pintada (Panthera onca), também conhecida como onça, pintada, onça-verdadeira, jaguar, jaguarapinima, jaguaretê, acanguçu, canguçu ou onça-preta (os dois últimos termos, somente no caso dos indivíduos melânicos[2])[3], é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, e o maior do continente americano. Ocorria nas regiões quentes e temperadas, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, estando, hoje, porém, extinta em diversas partes dessa região. Nos Estados Unidos, por exemplo, está extinto desde o início do século XX. Se assemelha ao leopardo fisicamente, se diferindo desse, porém, pelo padrão de manchas na pele e pelo tamanho maior. As características do seu comportamento e do seu habitat são mais próximas às do tigre. Seu habitat preferido é a densa floresta tropical, sendo, porém, também encontrado em terrenos abertos. A onça-pintada está fortemente associada com a presença de água e é notável, juntamente com o tigre, como um felino que gosta de nadar. É, geralmente, solitária. É um importante predador, desempenhando um papel na estabilização dos ecossistemas e na regulação das populações de espécies de presas. Tem uma mordida excepcionalmente poderosa, mesmo em relação aos outros felinos. Isso permite que ela fure a casca dura de répteis como a tartaruga e de utilizar um método de matar incomum: ela morde diretamente através do crânio da presa entre os ouvidos, uma mordida fatal no cérebro[carece de fontes?]. Está ameaçada de extinção e seu número está em queda. As ameaças à espécie incluem a perda e a fragmentação do seu habitat. Embora o comércio internacional de onças ou de suas partes esteja proibida, o felino ainda é frequentemente morto por seres humanos, particularmente em conflito com fazendeiros e agricultores. A onça faz parte da mitologia de diversas culturas indígenas americanas, incluindo a dos maias, astecas e guarani. Na mitologia maia, apesar de ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros. Índice [esconder] 1 Etimologia 2 Taxonomia 3 Distribuição Geográfica e Habitat 4 Características Físicas 5 Ecologia e Comportamento 5.1 Descrição 5.2 Comportamento 6 Dieta e Hábitos Alimentares 7 Reprodução 8 Conservação 9 Aspectos Culturais 10 Referências 11 Ver também 12 Ligações externas [editar] Etimologia"Onça" origina-se do termo grego lygx, através do termo latino luncea e do termo italiano lonza[4]. "Pantera" origina-se do termo grego pánther, através do termo latino panthera[5]. "Jaguar" origina-se do termo tupi îagûara[6]. "Jaguaretê" origina-se da língua tupi, significando "onça verdadeira", através da junção de îagûara ("onça") e eté ("verdadeiro")[7]. "Acanguçu" e "canguçu" originam-se do termo tupi akãgu'su, que significa "cabeça grande"[8], através da junção de akanga ("cabeça")[9] e usu ("grande")[10]. "Jaguarapinima" vem do tupi ya'wara ("onça') pi'nima ("pintada")[11]. "Tigre" vem do iraniano, através do grego tígris e do latim tigre[12]. [editar] Taxonomia

a onça pintada

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Wikipedia

Wikipedia Navegando pela Wikipedia A Wikipedia é um instrumento a mais para uso dos professores e alunos. Nela encontramos fontes de todas as informações sobre os mais diversos assuntos. Navegando reli a Historia do Brasil a parte geográfica de cada região, me interessei pela Arara Azul esta relatado todas as informações sobre essa espécie. Gostei muito de experimentar mas esta ferramenta digital livre para todos e todos idiomas.

O julgamento do Lobo

Esta atividade foi realizada por alunos do 5ºano A da Emef J.Sumarezinho. Foi lido o livro Os três porquinhos e assistimos ao vídeo do mesmo, depois lemos a verdadeira história dos três porquinhos e assistimos ao vídeo Alexandre T. Lobo. Terminada essa etapa foi realizado o julgamento do Lobo. Reparti a classe em duas turmas onde, uma defenderia o Lobo e a outra acusaria. Cada turma apresentava argumentações porque culpava ou defendia o Lobo. Foi muito bom, pois houve uma verdadeira batalha de prós e de contras. Finalmente depois de longa discussão o juiz que era um dos alunos decretou a condenação do Lobo, baseado nos argumentos melhores apresentados pela turma que acusava o Lobo.

sábado, 5 de maio de 2012

ATIVIDADE - TEXTO INFORMATIVO

TIRADENTES: O Primeiro Grande Mártir da Independência do Brasil TIRADENTES ( Joaquim José da Silva Xavier) (1746-1792), é considerado o grande mártir da independência do nosso país. Nasceu na Fazenda do Pombal, entre São José ( hoje Tiradentes) e São João del Rei, Minas Gerais. Seu pai era um pequeno fazendeiro. Tiradentes não fez estudos das primeiras letras de modo regular. Ficou órfão aos 11 anos; foi mascate, pesquisou minerais, foi médico prático. Tornou-se também conhecido, na sua época, na então capitania, por sua habilidade com que arrancava e colocava novos dentes feitos por ele mesmo, com grande arte. Sobre sua vida militar, sabe-se que pertenceu ao Regimento de Dragões de Minas Gerais. Ficou no posto de alferes, comandando uma patrulha de ronda do mato, prendendo ladrões e assassinos. Em 1789 o Brasil-Colônia começava a apresentar algum progresso material. A população crescia, os meios de comunicação eram mais fáceis a exportação de mercadorias para a metrópole aumentava cada vez mais. Os colonos iam tendo um sentimento de autonomia cada vez maior, achando que já era tempo de o nosso país fazer a sua independência do domínio português. Houve então em Vila Rica, atual cidade de Ouro Preto, no Estado de Minas Gerais, uma conspiração com o fim de libertar o Brasil do jugo português e proclamar a República. Uma das causas mais importantes do movimento de Vila Rica foi a independência dos Estados Unidos, que se libertara do domínio da Inglaterra em 1776, e também o entusiasmo dos filhos brasileiros que estudaram na Europa, de lá voltando com idéias de liberdade. Ainda nessa ocasião não era boa a situação econômica da Capitania de Minas, pois as Minas já não produziam muito ouro e a cobrança dos impostos ( feita por Portugal) era cada vez mais alta. O governador de Minas Gerais, Visconde de Barbacena, resolveu lançar a derrama, nome que se dava à cobrança dos impostos. Por isso, os conspiradores combinaram que a revolução deveria irromper no dia em que fossem cobrados esses impostos. Desse modo, o descontentamento do povo, provocado pela derrama, tornaria vitorioso o movimento. A conjuração começou a ser preparada. Militares, escritores de renome, poetas famosos, magistrados e sacerdotes tomaram parte nos planos de rebelião. Os conspiradores pretendiam proclamar uma república, com a abolição imediata da escravatura, procedendo à construção de uma universidade, ao desenvolvimento da educação para o povo, além de outras reformas sociais de interesse para a coletividade. Uma das primeiras figuras da Inconfidência foi Tiradentes. O movimento revolucionário ficou apenas em teoria, pois não chegou a se realizar. Em março de 1789, o coronel Joaquim Silvério dos Reis, que se fingia amigo e companheiro, traiu-os, denunciando o movimento ao governador. Tiradentes achava-se , nessa ocasião no Rio de Janeiro. Percebendo que estava sendo vigiado, procurou esconder-se numa casa da rua dos Latoeiros, atualmente Gonçalves Dias, sendo ali preso. O processo durou 3 anos, sendo afinal lida a sentença dos prisioneiros conjurados. No dia seguinte uma nova sentença modificava a anterior, mantendo a pena de morte somente para Tiradentes. Tiradentes foi enforcado a 21 de abril de 1792, no Largo da Lampadosa, Rio de Janeiro. Seu corpo foi esquartejado, sua cabeça foi erguida em um poste em Vila Rica, arrasaram a casa em que morava e declararam infames os seus descendentes. Enciclopédia Ilustrada do Ensino Primário. São Paulo: Formar, 1973.p/53-55. ________________________________________

APRENDIZAGEM CONTINUADA

APRENDIZAGEM CONTINUADA EFETIVAMENTE HOJE ENCONTRAMOS EM NOSSAS SALAS DE AULA ALUNOS QUE NECESSITAM DE NOVAS ATIVIDADES, BASEADAS EM NOVAS TECNOLOGIAS, POIS O ENSINO QUE APRESENTAMOS PARA ELES ESTA LONGE DOS CONHECIMENTOS QUE ELES ADQUIREM NA SOCIEDADE. TEMOS QUE MUDAR, REPENSAR, PROCURAR MEIOS MAIS ATRATIVOS PARA CONSEGUIRMOS A ATENÇÃO DE NOSSOS ALUNOS. PARA ISSO PRECISAMOS ESTAR SEMPRE ATUALIZADOS E RENOVAMOS NA NOSSA CAPACITAÇÃO.

O EDUCADOR E AS NOVAS TECNOLOGIAS

O Educador e as novas tecnologias É através do estudo que desenvolvemos o processo de construção do conhecimento, partindo do princípio que o aluno apresenta um prévio conhecer, estudando mais minuciosamente faz com que o aprendizado se torne mais significativo. É fundamental que o assunto abordado nos projetos sejam de interesse, curiosidade, dúvidas, indagações dos alunos para que estejam sempre motivados. A tecnologia é de fundamental importância para a realização dos projetos, elas oferecem vida além das paredes da sala de aula, fazendo com que o aluno, mesmo que virtual, o computador dá acesso ao que está distante e invisível. Quando o professor se coloca no papel de aprendiz, ele e o aluno buscam juntos novos conhecimentos e se tornam parceiros para explorar, criar e aprender. A aprendizagem por projetos torna o conhecimento mais significativo e próximo do cotidiano dos alunos. Cabe aos alunos pesquisar, buscar diversas fontes de informações e interliga-las, o professor neste contexto tem o papel de mediador e guiar os alunos. O professor deve mostrar os caminhos possíveis e os questionamentos que podem ser feitos diante do tema e dar significado ao conhecimento. Na Aprendizagem por projetos, o aluno escolhe o tema a ser trabalhado, participando ativamente do projeto, sempre sob a orientação do professor.